Banestes anuncia disponibilização de R$ 250 milhões para crédito emergencial

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O Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) tem adotado medidas emergenciais para amenizar os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia do novo coronavírus. Em recente declaração, o diretor-presidente do Banco, José Amarildo Casagrande, anunciou que o Banestes irá destinar R$ 250 milhões em recursos para contratações da linha de crédito emergencial.

“O direcionamento adotado pelo Banestes, que está atrelado à sua missão, é de oferecer crédito com condições diferenciadas para a sociedade. Por isso, o Banco trabalha sempre com as taxas mais competitivas do mercado, com o foco em contribuir com o desenvolvimento do Espírito Santo. Em um cenário crítico como o atual, não poderíamos deixar de atuar em prol do empresariado capixaba. O Banestes é sensível à causa e está à disposição da população capixaba”, enfatiza Amarildo Casagrande.

A linha de crédito foi elaborada em conjunto com o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e é voltada para empresas de todos os portes e também o setor industrial, afetados economicamente pelo novo coronavírus. Os recursos atendem a negócios em setores impactados de imediato com o isolamento e menor circulação de pessoas, principalmente nos setores de comércio e de serviços. Outros segmentos poderão ser incluídos com o desenrolar do cenário de crise.

Com taxas a partir de CDI + 0,32% ao mês, o valor do financiamento varia conforme a capacidade de contratação da empresa. O prazo máximo de parcela é de 48 meses, com carência de até 6 meses.

O empresário terá à disposição atendimento personalizado da equipe do banco, podendo tirar dúvidas sobre a contratação dos recursos pela central de atendimento do Bandes no telefone 0800 283 4202 ou pela rede de agências e SAC Banestes (0800 727 0474). Informações completas estão disponíveis em banestes.com.br.

Reparcelamento de dívidas

O Banestes já havia anunciado, deste o último dia 16, a opção de reparcelamento de algumas operações de crédito. Agora, o Banco informou que o prazo de reparcelamento foi estendido para até 180 dias. Até então, o período máximo correspondia a 60 dias.

Tantos clientes pessoa física (PF) quanto clientes pessoa jurídica (PJ), que estejam com seus contratos em dia, poderão contar com o suporte de prorrogação do pagamento. É importante ressaltar que a condição não é válida para o produto Crédito Consignado.

Para realizar a negociação, basta que o cliente entre em contato com o seu gerente, por meio dos canais oficiais de atendimento, ou vá até uma agência do Banestes, por se tratar de um atendimento emergencial. Os produtos são:

Clientes PF

Poderão solicitar o reparcelamento em até 180 dias para os produtos:

  • Crédito Pessoal (exceto consignado);
  • Crédito imobiliário;
  • Financiamento de Veículos.

Clientes PJ

  • Capital de Giro;
  • Crédito Investimento;
  • Microcrédito;
  • Financiamento de Bens.

Crédito Rural: os clientes também poderão negociar o reparcelamento em conformidade à legislação vigente, de acordo com as regras do Manual de Crédito Rural (MCR).

Outra novidade anunciada pelo Banestes foi a inclusão de produtos do Crédito Rotativo dentre as opções aceitáveis para a proposta de reparcelamento. Ou seja, clientes que encontrarem problemas em decorrência da pandemia do Covid-19 para a manutenção de suas obrigações de contratos de Cheque Especial e Conta Garantida poderão entrar em contato com a equipe do Banco para realizarem uma proposta de reparcelamento.

Nova linha de Microcrédito Emergencial em atenção à pandemia do novo coronavírus

O Banestes também anunciou, no último dia 20, o lançamento de mais uma linha de crédito especial em apoio às empresas que já sofreram ou sofrerão impactos em suas atividades: o Microcrédito Emergencial, operado pelo Programa Nossocrédito.

A linha de crédito tem taxas a partir de 0,65% ao mês. Para o produto, também estará em vigor a carência de até seis meses para o pagamento da primeira parcela, a partir da data de contratação. O prazo máximo para parcelamento é de 36 meses e os contratos poderão variar de R$ 200 a R$ 20 mil.

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