Filho de veneciana pode se tornar o melhor tenista brasileiro de até 21 anos no mundo

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O tenista Jordan Correia, filho da veneciana Maria Aparecida Correia, está vivendo a melhor fase de sua carreira profissional até o momento. Ele, que é de São Mateus, é, atualmente, a principal aposta para o futuro do tênis brasileiro e fez questão de confirmar o seu posto durante o último torneio disputado na Ucrânia. Após iniciar como cabeça de chave número quatro, Jordan confirmou seu favoritismo ao vencer por dois sets a zero o ucraniano Olexiy Kolisnyk e conquistar o segundo título profissional da carreira.

Com a vitória, a segunda em menos de um mês de diferença, o atleta se confirmou como uma das principais promessas do tênis mundial, já que a sua futura colocação fará Jordan subir no ranking dos melhores do mundo de até 21 anos, o “Race to Milan/Next Generation”. A posição deve ser, ainda, a melhor de um brasileiro na lista e trouxe olhares de todas as partes do mundo para o tenista. Atualmente, ele é o número 72 e o terceiro melhor do Brasil.

Para conseguir a vitória na Ucrânia, Jordan teve que se superar mais uma vez e mostrar o talento que o fixou à posição atual de promessa. Nas quartas de final, ele teve um contratempo que impôs dificuldades em vencer a batalha contra o russo Yan Bondarevskiy, mas não teve dificuldades nas semis contra o Jurabek Karimov, do Uzbequistão.

Já na final, onde era o favorito contra o atleta da casa, número 654 do mundo, Jordan conseguiu impor seu ritmo de jogo e vencer com parciais de 6-3 e 6-4. Durante o jogo, o capixaba se mostrou muito mais firme que o rival no saque, anotou cinco aces contra nenhum de Kolisnyk e venceu 72% dos pontos com o primeiro serviço ante 51% do ucraniano. Ele anotou cinco quebras durante a partida e perdeu o serviço três vezes.

Com os 18 pontos que Jordan irá ganhar após o título, é esperado que ele passe a ocupar a posição 515 do ranking geral da ATP, trazendo mais um feito inédito para o tênis capixaba. Nas redes sociais, o atleta já é visto como, talvez, o “novo Guga” do esporte.

 

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