Prefeitura e Ifes querem disponibilizar informações turísticas por meio de QR Code

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O prefeito de Nova Venécia, Lubiana Barrigueira, acompanhado dos secretários municipais, Anderson Sabino (Cultura e Turismo) e Pedro Gonçalves (Meio Ambiente), recebeu nesta terça-feira (10) o diretor do Ifes Campus de Nova Venécia, Anderson Rozeno Bozzetti, a coordenadora de Extensão, Késia Zotele de Oliveira, e o diretor de Pesquisa, Ediu Carlos Lopes Lemos, para apresentação de um projeto inovador, criado por 16 alunos do curso técnico em Meio Ambiente. A proposta é colocar em prática aquilo que os estudantes apresentaram em sala de aula.

O projeto, que foi acompanhado pela professora de Ecoturismo – a geógrafa Amanda de Fátima Catarucci, pretende implantar a tecnologia de QR Code em alguns locais do município, além de pontos turísticos inseridos no projeto Campo Vivo.

O QR Code é um código de barras em 2D por meio do qual a pessoa pode aproximar a câmera do aparelho celular, que faz a leitura do código, e a partir daí acessar todas as informações cadastradas no sistema.

A proposta é justamente disponibilizar esses QR Codes em locais estratégicos para que o cidadão possa acessar informações sobre todos os pontos turísticos de Nova Venécia que estiverem inseridos. Caso o local não disponibilize de internet ou a pessoa não tenha no aparelho, o sistema simplesmente disponibiliza o arquivo digital que também pode ser visualizado no próprio celular. A princípio a ideia é de que os códigos sejam gravados em barras de granitos e afixados em pontos que ainda serão definidos.

“Uma ideia inovadora que vem para contribuir com o nosso projeto de turismo ‘Campo Vivo’. Os turistas e moradores poderão obter informações e imagens atuais e históricas dos locais cadastrados e a partir daí definir os locais que desejam visitar e conhecer. Temos pontos fantásticos em Nova Venécia e receptivos incríveis. Abraçamos o projeto e vamos colocar em prática, fazendo aquilo que nos compete enquanto município”, disse o prefeito Lubiana Barrigueira.

O diretor do Ifes, Anderson Rozeno Bozzetti, afirmou que o projeto tem tudo para dar certo. “É algo que está totalmente ao nosso alcance. Um projeto no qual a implantação é de custo extremamente baixo, apenas praticamente com a disponibilidade de mão de obra humana, que trará um benefício grandioso e fantástico. É uma espécie de museu a céu aberto, possibilitando um aculturamento dos nossos pontos turísticos e o privilégio de obter a informação de forma simples e ágil sobre esses patrimônios”, finaliza Bozzetti.

O próximo passo é reunir os alunos envolvidos e acatar os trâmites legais para a implantação do projeto.

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